A automação residencial está em ascensão no Brasil, impulsionada por tecnologias como 5G, IoT e inteligência artificial. Segundo dados do setor, o país ocupa a 11ª posição no mercado global de casas inteligentes, com um valor estimado de US$ 1,116 bilhões.
Nos Estados Unidos, o mercado é mais maduro, com mais de 40% dos lares utilizando dispositivos inteligentes. A diferença se deve a fatores como maior poder aquisitivo, cultura tecnológica e políticas de incentivo.
No entanto, o Brasil apresenta um crescimento promissor, com taxas anuais de 9% a 11% previstas para os próximos anos. A popularização de assistentes virtuais, a redução de custos e a busca por eficiência energética são fatores que contribuem para esse avanço.
Para alcançar o nível dos EUA, é necessário investir em educação tecnológica, padronização de sistemas e políticas públicas que incentivem a adoção de soluções inteligentes.
